Montevidéu – A ida, a chegada e a Feira de Tristán Narvaja

Finalmente apareceu a vontade de falar um pouquinho da viagem que fiz para Montevidéu no finzinho de Abril. Vou tentar falar um pouco da ida, da chegada e de uma parte do primeiro dia e ao mesmo tempo dar umas dicas simples para quem se interessar em fazer um passeio semelhante.

Fui com o Wesley para passar 4 dias, mas posso dizer que em dois dias dá pra conhecer a cidade inteira se você fizer um roteiro bem intenso. No fim das contas 3 dias são mais do que o suficiente para conhecer essa cidade com calma.
Viajamos pela Pluna. A passagem foi saiu bem em conta pois compramos em promoção, mas acho que se fosse para pagar de forma integral nunca mais na minha vida eu iria para lugar algum pela Pluna pois foi uma viagem extremamente desconfortável. Primeiro que o voo atrasou duas horas e meia, quando já estávamos no avião tivemos o azar de sentar em cadeiras que não reclinavam e qualquer consumo dentro da aeronave era pago (seria até aceitável se um simples com água não custasse 3 dólares).
Quando chegamos em Montevidéu fomos surpreendidos por um aeroporto lindo, super organizado e bem cuidado. O desembarque foi bem tranquilo e depois de pegarmos as malas fomos nos informar sobre táxi e tentar trocar alguns poucos reais em pesos uruguaios. Definitivamente não é a melhor opção trocar dinheiro no aeroporto pois a cotação é bem ruim e existem táxis que aceitam reais. Nós não sabíamos desse fato e trocamos uns R$50,00 por pesos apenas com a intenção de pagar um transporte do aeroporto até nosso hotel. Logo depois descobrimos que eles aceitavam reais e se juntasse um grupo de no minimo 5 pessoas, cada uma pagava R$20,00 e eles deixavam cada qual no seu destino.
Quando “descobrimos” que iríamos para Montevidéu, o Wesley foi logo pesquisar qual o melhor local para ficar e praticamente todos os blogs de viagem recomendavam qualquer lugar de Pocitos, que é perto da praia, perto do shopping e perto da badalação noturna. Nós não conseguimos encontrar nenhum hotel ou pousada vagos dentro do preço que poderíamos pagar para a data que estávamos indo, então demos mais algumas pesquisadas e decidimos ficar no bairro Tres Cruces e foi uma excelente escolha. A localização do hotel nos surpreendeu pois tudo parecia ser bem próximo de onde estávamos e conseguimos fazer tudo de forma bem tranquila. Ficamos próximo da rodoviária (onde casas de câmbio bem mais em conta funcionavam 24hras por dia), próximo de um shopping com restaurantes e supermercado, próximo da principal avenida da cidade (onde qualquer ônibus que desejássemos pegar passava por lá) e próximo de um ponto com muitos táxis.
Como chegamos no hotel umas 22:30, não dava tempo de fazer muita coisa, então fomos jantar e depois voltar pro hotel.
Na manhã seguinte fomos conhecer a famosa feira de antiguidades, Tristán Narvaja. Pense em uma feira gigaaaaaaaaaaante. O que menos vimos foi antiguidades, pois tinha de tudo, desde hortaliças, roupas, cacarecos e artesanato até animais silvestres, falsificações, pessoas fazendo tatuagens e pirgings no meio da rua e sem nenhuma preocupação com higiene. Foi bem interessante ver aquela loucura toda de coisas e pessoas falando em outra língua.
Fomos de táxi para essa feira e pagamos míseros 680 pesos, o equivalente a 7 reais (dependendo da cotação). Lá em Montevidéu andar de táxi sai bem barato. Os melhores são os pretos com capota amarela ( ou amarelos com capota preta – não lembro mais), eles são velhos e caidinhos, mas têm os melhores preços.
Ainda fizemos muita coisa no primeiro dia, mas não quero prolongar tanto o post. Depois conto o resto.
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3 comentários sobre “Montevidéu – A ida, a chegada e a Feira de Tristán Narvaja

  1. São pretos com capota amarela. Os táxis de lá são muito estranhos. Eles têm uma divisória entre o passageiro e o motorista e o dinheiro vai num buraquinho. Alguns são muito derrubados, parecia que estávamos andando numa banheira enferrujada sobre rodas, outros eram melhorzinhos, mas todos velhos, porém muito baratos.No fim das contas andamos mais de ônibus que de táxi, pois estava fácil. Os ônibus não têm catraca, mas todo o mundo respeita.

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  2. A feira é incrível, tem cada coisa que você não acredita que as pessoas estão realmente vendendo aquilo. Parece que vasculharam lixo e trouxeram pra ver se pegam algum besta.

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